Quando o sol se pôr
Estarei aqui
A espera do que espero
E quando a noite chegar
Nos altos céus, estrelas irei contar
Contarei as estrelas, as horas, os dias, os momentos, contarei o tempo que esperei para encontrar o que tanto espero.
E sem pressa abro o sorriso até tocar no infinito do seu alcance...
Tem coisas que se espera
Tem coisas que se guarda
Tem tempo pra vinda
Como também há o tempo de ida
A espera do que espero estou
De braços abertos
Com sorriso largo
Esperando a hora exata
E quando nos encontrarmos
Todos os dias serão de festas
E juntos iremos celebrar
Eu, o que espero e o que há de chegar.
Especialização em Metodologia e Docência do Ensino Superior, Licenciado em Pedagogia, Consultor Pedagógico Independente em Educação Integral em jornada escolar ampliada na perspectiva da Formação Humana e Integral, Poeta, Escritor, Ator amador na Cia de Teatro Cena Um; Co-Fundador e Produtor Cultural do Coletivo Água da Fonte.
31 de julho de 2019
As Quatro Operações
Se queres me amar
Ame com sinceridade
Se queres um beijo meu
Conquiste a minha amizade
Se for pra somar
Chegue multiplicando
Se for pra dividir
Que seja a nossa atenção
Mas se queres somente subtrair
O cálculo já está resolvido
Por favor, passe adiante
Nas regras das quatro operações aqui
Amor próprio é a raiz.
LIBERTO SOU
Aprisionado a vida inteira me tornaram
Fizeram-me detento de ideologias
Fizeram-me ideológico que aprisionava
Preso estive aos conceitos e aos pré-conceitos
Preso estive ao pré e ao pós colonialismo de uma
sociedade excludente, amarga, amargurada
Preso estive a detalhes do passado
Aos pensamentos enfermos, aos títulos, aos rótulos,
Preso estive aos que me intitulavam, aos que me rotulavam
E isto levou-me a uma cadeia fria e sombria, amarga e intragável
E o desejo de ser livre, de ser quem eu sou, desfalecia ao longo do tempo
Do tempo? Ai de mim se não fosse o tempo!
O tempo que vem e liberta, que sara, que cura
Que não oprime, que não aprisiona, que nos faz se encontrar em nós mesmo
Há se não fosse o tempo da visitação, da consagração, da santificação
Há se não houvesse tempo!
Tempo de recomeçar, de tentar, de fazer acontecer, de Ti conhecer!
Há se não houvesse tempo de dizer: SIM EU QUERO TE VER!
Há se não houvesse tempo de: TOMA O TEU LEITO E ANDA!
Ha se não houvesse tempo de dizer: VÁ E NÃO PEQUES MAIS!
Há se não houvesse o tempo de por mim se CRUCIFICAR!
Há se não houvesse o tempo de RESSUSCITAR!
Há se não houvesse o tempo do DONO do tempo!
E se Nele não houvesse libertação, cura e restauração?
Há se não houvesse o tempo do meu encontro contigo meu Libertador!
Ai que bom o meu ser o Teu tempo encontrou!
Hoje em Ti livre eu sou! LIBERTOU SOU!
12 de abril de 2015
Educação Integral em Tempo Integral – Ressignificação da Escola Pública
A Educação Integral em Tempo Integral
tem tomado o palco das discussões sobre a educação na escola pública brasileira. Observando os discursos desenvolvidos acerca desta temática, uma
tem despertado minha atenção: A estrutura escolar, seja física ou humana. Essa
estrutura tanto cobrada pelos educadores em algumas escolas que oferecem esta oferta
de ensino tem sido considera como um dos grandes entraves para a consolidação da Política da educação Integral da Rede pública de Ensino, tanto na esfera municipal, quanto na esfera estadual. A charge ao lado traduz o discurso destes profissionais, mas também me
leva às seguintes indagações: Estas faltas na escola pública são oriundas da
Educação Integral em Tempo Integral? Ou são mazelas mascaradas pela escola que
hoje com uma concepção de ensino (da Educação Integral em Tempo Integral) diferenciada
não dá mais para ficar dando um jeitinho por conveniência de quem gere a
escola?
Os entraves que tem prejudicado o
andamento do trabalho, sobretudo pedagógicos nas unidades escolares não é somente
problemas da gestão escolar, como também não é somente do órgão central,
responsável pela manutenção da escola. Ambos são corresponsáveis pelo bom
funcionamento da instituição de ensino.
Se andarmos por todo Brasil,
conheceremos escolas sucateadas em virtude dá ingerência de seus gestores (digo
gestores em modo geral), como também da falta de um trabalho pedagógico da
unidade escolar que apresente como consigna de trabalho a educação patrimonial
que na sua essência propõe um trabalho educacional de conservação dos espaços
públicos, dentre eles, a escola.
HOJE NÃO TEM AULA: desde quando
não tem aula na sua escola? Não me refiro às aulas nas quais os professores
chegam com sua velha metodologia de ensino, nada estimulante, com seu velho
texto de todos os anos, mas, as aulas prazerosas, onde professor e aluno são regidos pela pedagogia do diálogo, onde ambos são corresponsáveis pela constituição do conhecimento;
NÃO TEM PROFESSOR: não tem
professor que motivem seus educandos a retornarem para a escola. No contexto educacional
que a escola pública está vivendo hoje, o mais correto é dizer não tem alunos, vale refletir sobre a queda do número de matrículas na nossa rede de ensino e nos questionarmos: O que tem gerado essa redução no número de matrículas? ;
NÃO TEM ÁGUA: verdade absoluta,
pois não temos educandos com sede de beber na fonte do conhecimento, pois elas
a cada dia estão secas e quando oferecem água a maioria delas estão salobas;
PARTE DA ESCOLA ESTÁ DESABANDO: eu
diria que toda a escola está se extinguindo, não só a rede física, mas também o
material humano. É insustentável manter uma instituição sem a contrapartida e a
conservação da mesma por parte de seus responsáveis direto;
NÃO TEM MATERIAL DIDÁTICO: vou
deixar uma dica: o Domínio Público está correndo o risco de ser fechado por
falta de acesso.
Educação Integral em Tempo
Integral é uma chamada para a ressignificação da escola, sobretudo a escola
pública, como também uma chamada para uma mudança da práxis pedagógica. Se os
atores da escola pública de Educação Integral em Tempo Integral não se despir
de seus velhos paradigmas e não compreenderem que também são corresponsáveis
pelo bom funcionamento desta, continuaremos nadando para morrer na beira da
praia.
Vale lembrar que a ampliação do tempo, da jornada escolar é um cumprimento à Lei 9394/96. Não podemos mais negar o direito de quem durante a muito tempo tiveram os seus direitos negados e/ou negligenciados.
Vale lembrar que a ampliação do tempo, da jornada escolar é um cumprimento à Lei 9394/96. Não podemos mais negar o direito de quem durante a muito tempo tiveram os seus direitos negados e/ou negligenciados.
15 de novembro de 2013
Canto da Alma (Cláudio Aguiar)
25 de agosto de 2013
Vem Senhor
Vem Senhor, vem com Teu reino
Vem Senhor e toma-me em Teus braços
Engrandecer-te é meu querer
Estar perto de Ti é a minha vontade
Voar nos Teus braços
Nos braços do Teu Espírito
Sarar as feridas
Que na estrada da vida se abriram
Quero esquecer o passado
Viver só para Ti é o desafio
Que tenho tomado pra mim
Adorar-te em espírito e em verdade
Pra te ter cada vez mais perto de mim
Senhor meu Deus
Minha cura está em Ti
Senhor meu Deus
Minha vida é para Ti
Senhor meu Deus
Quero ser um em Ti.
Pensamentos...
Felicidade, paz, amor, esperança,
força, vitória e vida! Tudo isso se resume em um só nome: Jesus! Por isso
devemos deixar, ou seja, permitir que o Teu Reino venha sobre nós, para que
possamos ser não somente uma pessoa próspera, mas ser reconhecido como filho de
Deus. Mas, pra que isso venha acontecer é preciso tomar uma atitude de fé!
Faz-se necessário desejar e
decidir mudar de vida! Se faz necessário reconhecer Jesus como o seu Senhor e
Salvador, reconhecer que o sangue do Cordeiro Vivo derramado na cruz está sobre
a sua vida.
21 de novembro de 2012
A pedra que lanças retorna
O vento que sopras derruba
Quem derruba um diacai
Jogue limpo
Num jogo de dominó ganha a dupla que calcula melhor
Por isso calcule o tempo, as horas, os passos...
Só não calcule o tamanho do meu sonho, perderás tempo
Jogue limpo
Só conquista quem se arrisca
Quem sonha, projeta e executa
Só conquista quem atira pedras no alvo certo
Derrube os gigantes
Atire pedras nos teus gigantes, não nos meus sonhos
Se tu vês os meus sonhos como gigantes
É por que os meus são maiores do que os seus
Não atire pedras, jogue limpo
Jogue limpo na certeza do infinito.
16 de novembro de 2012
ATÉ QUANDO GENTE?
ATÉ QUANDO GENTE?
(Cláudio de Aguiar)
A terra negra consome o meu sangue negro
Derramado nos desvaneios de uma sociedade excludente.
Desumana, terra desumana, onde pobre é tratado como se não fosse gente,
(Cláudio de Aguiar)
A terra negra consome o meu sangue negro
Derramado nos desvaneios de uma sociedade excludente.
Desumana, terra desumana, onde pobre é tratado como se não fosse gente,
Gente de toda gente, que canta, samba, dança,
Que dança constantemente, com os direitos dessa gente,
Nas malas, nas cuecas de tantas e diferente gente,
Que todo contente, continua enganando muita gente como o frio quente do Sertão.
Até quando gente, continuaremos descontentes,
Por causa dessa diferente gente que só nos deixa com o chinelo nas mãos,
Sentado na estação pendindo a Deus em oração uma solução.
Até quandominha gente, continuaremos vendo essa gente, chamando eu , você e o nosso irmão de preto ladrão no ilustrativo vagão do metrô, do trem ou do buzão nas telas coloridas da televisão.
Até quando gente! Verei toda minha gente nesta velha democracia socioexcludente,
Onde meu povo não é visto como gente! Sentados na estação pedindo a Deus em oração uma solução.
Até quando gente, até quando minha gente?
Que dança constantemente, com os direitos dessa gente,
Nas malas, nas cuecas de tantas e diferente gente,
Que todo contente, continua enganando muita gente como o frio quente do Sertão.
Até quando gente, continuaremos descontentes,
Por causa dessa diferente gente que só nos deixa com o chinelo nas mãos,
Sentado na estação pendindo a Deus em oração uma solução.
Até quandominha gente, continuaremos vendo essa gente, chamando eu , você e o nosso irmão de preto ladrão no ilustrativo vagão do metrô, do trem ou do buzão nas telas coloridas da televisão.
Até quando gente! Verei toda minha gente nesta velha democracia socioexcludente,
Onde meu povo não é visto como gente! Sentados na estação pedindo a Deus em oração uma solução.
Até quando gente, até quando minha gente?
ATÉ QUANDO GENTE?
ATÉ QUANDO GENTE?
(Cláudio de Aguiar)
A terra negra consome o meu sangue negro
Derramado nos desvaneios de uma sociedade excludente.
Desumana, terra desumana, onde pobre é tratado como se não fosse gente,
(Cláudio de Aguiar)
A terra negra consome o meu sangue negro
Derramado nos desvaneios de uma sociedade excludente.
Desumana, terra desumana, onde pobre é tratado como se não fosse gente,
Gente de toda gente, que canta, samba, dança,
Que dança constantemente, com os direitos dessa gente,
Nas malas, nas cuecas de tantas e diferente gente,
Que todo contente, continua enganando muita gente como o frio quente do Sertão.
Até quando gente, continuaremos descontentes,
Por causa dessa diferente gente que só nos deixa com o chinelo nas mãos,
Sentado na estação pendindo a Deus em oração uma solução.
Até quando minha gente, continuaremos vendo essa gente, chamando eu , você e o nosso irmão de preto ladrão no ilustrativo vagão do metrô, do trem ou do buzão nas telas coloridas da televisão.
Até quando gente! Verei toda minha gente nesta velha democracia socioexcludente,
Onde meu povo não é visto como gente! Sentados na estação pedindo a Deus em oração uma solução.
Até quando gente, até quando minha gente?
Que dança constantemente, com os direitos dessa gente,
Nas malas, nas cuecas de tantas e diferente gente,
Que todo contente, continua enganando muita gente como o frio quente do Sertão.
Até quando gente, continuaremos descontentes,
Por causa dessa diferente gente que só nos deixa com o chinelo nas mãos,
Sentado na estação pendindo a Deus em oração uma solução.
Até quando minha gente, continuaremos vendo essa gente, chamando eu , você e o nosso irmão de preto ladrão no ilustrativo vagão do metrô, do trem ou do buzão nas telas coloridas da televisão.
Até quando gente! Verei toda minha gente nesta velha democracia socioexcludente,
Onde meu povo não é visto como gente! Sentados na estação pedindo a Deus em oração uma solução.
Até quando gente, até quando minha gente?
30 de julho de 2012
CD Prólogo - Eleitos do Gueto
Esta é mais uma prova de que a Comunidade de Alto de Coutos não se resume em drogas e violência. Aqui exitem pessoas do bem, profissionais qualificados e grandes artistas que precisam sair do anônimato. E é com grande alegria que divulgo o primeiro de muitos trabalhos que virão do meu amigo Djjarrão Eleitos e Eleitos do Gueto! Galera vamos adiquir o trabalho destes jovens que tem transformado a vida de muitos outros aqui na comunidade através de suas canções inpiradas pelo Espírito Santo de Deus!
29 de julho de 2012
NÃO DIGA NADA
Não diga nada se o nosso amor não é infinito
Pra quê fingir se o meu amor não vai ser correspondido?
Não me iluda não, não me iluda não!
Não diga nada, se o nosso amor em Deus não se completa,
Não diga nada por que Deus sabe a hora certa,
Pra quê apostar em algo que não vai dar certo?
Não me iluda não, Não me iluda não,
Não diga nada, se antes não houver oração,
Não diga nada, a razão vale mais do que a emoção,
Não diga nada, pois enganoso é o nosso coração,
Por favor, não me iluda não, não me iluda não
Não diga nada, pois estou caminhando no deserto e vejo que o fim está perto,
Não diga nada, pois agarrei-me na palavra do Deus vivo, pois Nele estou liberto
Por tanto não me iluda não, não me iluda não,
Não diga nada, se você não for a resposta de Deus para minha oração,
Não diga nada, se não é você quem vai estar comigo em todas as estações,
Não diga nada, não me iluda não, não diga nada não,
Pois quem Deus escolheu foi formada conforme a minha oração,
Por tanto não me iluda não! Não diga nada não!
Pra quê fingir se o meu amor não vai ser correspondido?
Não me iluda não, não me iluda não!
Não diga nada, se o nosso amor em Deus não se completa,
Não diga nada por que Deus sabe a hora certa,
Pra quê apostar em algo que não vai dar certo?
Não me iluda não, Não me iluda não,
Não diga nada, se antes não houver oração,
Não diga nada, a razão vale mais do que a emoção,
Não diga nada, pois enganoso é o nosso coração,
Por favor, não me iluda não, não me iluda não
Não diga nada, pois estou caminhando no deserto e vejo que o fim está perto,
Não diga nada, pois agarrei-me na palavra do Deus vivo, pois Nele estou liberto
Por tanto não me iluda não, não me iluda não,
Não diga nada, se você não for a resposta de Deus para minha oração,
Não diga nada, se não é você quem vai estar comigo em todas as estações,
Não diga nada, não me iluda não, não diga nada não,
Pois quem Deus escolheu foi formada conforme a minha oração,
Por tanto não me iluda não! Não diga nada não!
28 de julho de 2012
Resenha do capítulo 6 e 7 do livro PPP de Nilbo Ribeiro nogueira
NOGUEIRA,
Nilbo Ribeiro. Projeto Político
Pedagógico (PPP): Guia prático para construção participativa / 1. Ed. – São
Paulo: Érica, 2009.
No
capítulo 6 “Do papel para a prática” Nilbo Ribeiro nogueira, trás uma reflexão
sobre a elaboração do Plano de ação, que é considerado por Ribeiro como uma
ferramenta de planejamento desenvolvida passo a passo de como vamos colocar em
prática o que desejamos no Projeto Político Pedagógico (PPP), pois o mesmo
segundo o autor o plano de ação se referem às regras e as rotinas.
No
plano de ação, sempre é definido em primeira instância o “o quê” que é chamado
de objetivo, que não é necessariamente o mesmo objetivo levantado na construção
da programação. Ainda dentro do plano de ação deve ser definido algumas
estratégias que jamais devem ser confundidas com a mesma palavra que surge no
item da programação que é chamado de políticas e estratégias. Segundo NOGUEIRA
(2009; p.78), é necessário construir um plano de ação para todos os objetivos e
todas as políticas e estratégias levantadas na programação.
Para
NOGUEIRA (2009; p.78), O plano de ação deve ser elaborado de uma forma bem
detalhada, pois o mesmo irá prever o passo-a-passo que irá garantir a mudança
da dimensão do desejo para a dimensão de realização do PPP. Segundo NOGUEIRA no
plano de ação deve constar na sua estrutura: Número de ação; Área (local a ser
acompanhada, investigada); Responsável pelo acompanhamento; Objetivo (o quê?);
Fundamentação (para quê?); Metas (quanto?) e Estratégia (como?). Vale ressaltar
que é a riqueza dos detalhes que irá garantir que o objetivo estabelecido
inicialmente seja alcançado.
Mais
adiante o autor trás uma reflexão sobre a organização e garantia o cronograma
dos planos de ação. Onde o autor revela que o número de planos de ação será
definido, ou seja, terá o mesmo número de objetivos e políticas de estratégias
levantadas a partir das necessidades na programação e que ao depender do
tamanho da escola o número de plano de ação poderá ser muito, necessitando
assim de um calendário com o cronograma que deve ser elaborado pela coordenação
e direção da escola. .
Já
no capítulo 7 “Avaliação do processo”, NOGUEIRA trás uma reflexão sobre a
importância de entender a necessidade de termos mecanismos de avaliação que nos
forneçam um retorno da trajetória e do processo, previamente planejado, com o
intuito de atingir determinados objetivos aqui denominados pelo autor como
Indicador de desempenho, pois o mesmo terá o papel de auxiliar os processos de
avaliação, destacando principalmente os motivos, as causas, os efeitos, as
mudanças de estratégias etc.
É o
indicado de desempenho que consegue amarrar as variáveis dos objetivos, das
metas e das estratégias com um cronograma que irá prevê o período ou a data de
realização, das ações planejadas. O indicador de desempenho é um instrumento
que pode ser desenvolvida pela própria escola com características mais
apropriadas a sua realidade, porém, o mesmo não pode perder o seu conceito
básico como instrumento indicador de desempenho.
17 de julho de 2012
15 de julho de 2012
TURMA MARA - DIAMANTES
DISCURSO
DO ORADOR – FACULDADE DOM PEDRO II
TURMA
DE PEDAGOGIA 2011.2
Boa noite a todos e a todas!
“Grandes coisas fez o
Senhor por nós, por isso estamos alegres!”
(Salmos 126:03)
Definir em palavras a tamanha felicidade a qual estamos sentindo
nesta noite memorável para todos nós, e este nós inclui a faculdade Dom Pedro
Segundo, nós formandos, nossos familiares, professores e amigos, seriam
necessárias milhares de milhares de palavras. Mas, caminhando pelo mundo das
palavras encontrei uma que melhor a define, esta palavra é: IN-DI-ZÍ-VEL! Indizível
não no sentido de ser indescritível ou algo que não possa ser dito, mas pelo
sentido de ser imensurável esta felicidade.
Sei que meus caros colegas não iriam estranhar se eu agora
recitasse uma poesia para contar um pouco sobre a nossa caminhada, mas hoje
farei diferente, permitirei que a narrativa deslanche através das palavras toda
a emoção deste lindo sonho que após quase quatro anos em processo de
consolidação está sendo realizado.
13 de agosto de 2008, dia da nossa chegada à faculdade, todos
apreensivos, inseguros, alguns com a cara de paisagem tentando esconder o medo
atrás de um sorriso tímido. Foi assim, exatamente desse jeito que chegamos. Com
o passar do tempo, fomos nos conhecendo, nos familiarizando.
Passamos a construir e compartilhar sonhos e projetos um com o
outro. Nos tornamos tão íntimos que até os nossos problemas passamos a
compartilhar. As brigas? Há se não houvesse brigas, talvez não fossemos tão
unidos, talvez não nos tornaríamos esta família chamada TURMA MARA!
Turma Mara, como defini-la? Uma turma cheia de especificidades,
mesmo sendo 35 pedagogos, cada um tem suas características próprias. Se hoje eu
pudesse mudar o nome da nossa turma, eu mudaria para DIAMANTES! Não pelo fato
de sermos uma pedra bruta, mas, por possuirmos semelhantes características,
dentre elas a DIVERSIDADE.
O diamante antes de se tornar um diamante, primeiro ele precisa
ser carbono, assim é o pedagogo, antes de tornar-se tal profissional é
necessário que ele seja um educando da pedagogia.
Depois esse carbono passa por um processo de cristalização para
se tornar um diamante. Com o educando da pedagogia não é diferente, o mesmo
também passa pelo processo de cristalização, denominado como FORMAÇÃO.
Os
diamantes são formados quando seus átomos de carbono são submetidos a pressões
e temperaturas elevadíssimas que ocorrem na camada litosférica da terra que se
encontra a aproximadamente 150.000km abaixo da superfície do globo.
E
quantas vezes cada formando aqui presente, sentiu-se como um diamante durante o
processo de formação. As pressões que colocávamos em nós mesmo nos dias de
seminários, de provas, principalmente nas semanas dos estágios supervisionados!
Nossa! A temperatura ficava elevadíssima!
O diamante pelo seu grau de dureza é usado para diversos
propósitos: cortar ferro e aço, serrar pedras, polir, moer e raspar diversos
tipos de instrumentos, etc.
Quem
de nós aqui, durante a nossa formação acadêmica não teve que cortar os ferros,
os aços e principalmente serrar as pedras que surgiram durante a nossa
caminhada? Polir, moer e raspar diversos tipos de instrumentos, principalmente
aqueles que carregávamos conosco preso aos velhos ranços, aos velhos
paradigmas?
Cortar e polir um diamante bruto de tamanho grande pode levar um
ano. O especialista precisa de extrema paciência, arte, e nervos de aço. Cada
diamante tem suas próprias peculiaridades.
E
quanto a nós, será que há alguma diferença? Nossos caros professores que os
digam! Afinal levamos quase quatro anos para sermos “cortados e polidos”!
Somente um diamante pode cortar outro, porque não existe
substância mais dura que o diamante. Uma batida no lugar errado poderia partir
o diamante em pedaços. Os diamantes começaram a
adquirir valor em função de sua extrema dureza e também por sua incrível
habilidade de refletir luz e entalhar metal.
Assim
foi com cada um da turma Mara, foram formados por outros pedagogos, por que só
um pedagogo saberá formar outro pedagogo. Pois uma batida num lugar errado
durante a lapidação poderia perder todo o trabalho desenvolvido.
Por que consideramos esta turma um “diamante”?
Porque assim como os diamantes possuímos qualidades naturais;
Somos duros e determinado (um povo que não se dobra diante das dificuldades), e
inconquistável, indesistíveis na nossa profunda crença interior de que podemos
transformar a nossa nação através do nosso profissionalismo por meio da
educação.
Assim como um diamante é bruto e opaco quando retirado da terra,
e somente após ser lavado, raspado e polido emerge o verdadeiro
"diamante". Assim foi com cada um da Turma Mara. As nossas boas
qualidades um dia estiveram ocultas em nosso âmago, sob uma camada de
"lama" que precisava ser lavada e limpa, até que nos tornássemos esta
joia preciosa que hoje somos.
Há também em cada um de nós, muita paciência, amor e brilho.
Muito brilho, para fazer surgir aquilo que há de bom no outro. Só é necessário
cada um de nós atingirmos o "ponto" certo.
Diferente do que se pensou durante anos, os diamantes não são
eternos, pois o carbono definha com o tempo, mas os diamantes
duram mais que qualquer ser humano. Conosco não
será diferente, enquanto existir o ato de ensinar e aprender, o pedagogo
existirá.
Gostaríamos de considerar este discurso falando que hoje, mesmo
com todos esses percalços sociais, a
sociedade brasileira está ganhando novos e raros diamantes. Pois somos
pedagogos e pedagogas do futuro. Não temos um passado, e sim uma história. Por
isso fazemos do presente suprimento para o futuro o qual já estamos vivendo.
Muito obrigado!
Resenha do filme: O DIA DEPOIS DE AMANHÃ
FICHA TÉCNICA
TÍTULO ORIGINAL: The Day After Tomorrow
DIRETOR: Roland Emmerich
ELENCO: Dennis Quaid, Jake Gyllenhaal, Emmy Rossum,
Sella Ward, Arjay Smith
PRODUÇÃO: Roland Emmerich, Mark Gordon
ROTEIRO: Roland Emmerich, Jeffrey Nachmanoff
DURAÇÃO: 124 Min
GÊNERO: Ficção Científica
STATUS: Arquivado
Quem assistir ao
filme “O dia depois de amanhã”, logo de início nas suas primeiras cenas, de
imediato terá uma percepção de qual temática o filme irá trabalhar. De cara o
autor denuncia a temática que será discutida ao longo do filme. É, trazendo em
discussão uma realidade previsível, o qual o autor busca despertar uma maior
atenção dos telespectadores para essa problemática que está passando por “despercebida”
por cada um de nós que é o aquecimento global, fruto das agressões que estão
sendo realizadas contra o meio ambiente através das ações inconsequentes do
homem.
Ao longo do filme podemos
ver as graves consequências que podem ocorrer se não repensarmos nas nossas
práticas de intervenção no meio ambiente. O autor do filme logo de cara
denuncia o pouco caso das autoridades, principalmente dos países considerados
como de primeiro mundo com relação às questões ambientais. Já que esses países
são quem mais polui e quem mais consomem os recursos naturais de uma forma
desenfreada. Pois, para Marcos Reigota (2006, p9):
“... o problema
ambiental está no excessivo consumo desses recursos por uma pequena parcela da
humanidade e no desperdício e produção de artigos inúteis e nefastos à
qualidade de vida.”
Uma
das cenas que mais chamou a minha atenção foi a cena em que Jack o personagem
principal do filme que é um climatologista, pede para que o vice-presidente tomasse
medidas para evitar que a catástrofe que estava sendo prevista acontecesse.
Essa cena mim fez refletir que assim não difere da vida real, a quanto tempo
os ambientalista vem lutando para que as grandes potências venham entrar num
acordo comum e assinar o protocolo de Kyoto, o qual busca estabelecer metas de
redução da emissão de gases poluentes, incentivando a substituição dos produtos
utilizados pelas industrias por outros produtos que venham provocar menos
impactos no meio ambiente como todo? As grandes potências sustentavam a ideia
de que assinar esse acordo não seria benéfico para a saúde da economia do país.
E o que vale mais a vida econômica de um país ou a vida de toda uma humanidade?
Outra
cena que chamou bastante a minha atenção foi a cena logo no final do filme em
que um dos personagens pergunta para o outro como eles ficariam, já que eles
eram a única civilização existente naquele local depois dessas catástrofes, tendo agora que ir para os
países subdesenvolvidos, os quais não foram atingidos pelos impactos ambientais.
Mesmo
abordando uma grande temática, o autor do filme dá alguns deslizes no
desenvolvimento do enredo, uma delas quando no filme mostra que os países que
menos contribuiu para a poluição não foram atingidos pelas catástrofes causadas
pelo aquecimento global. Sabemos que isso é uma inverdade. Pois o aquecimento
global é uma catástrofe de caráter planetária independente de quem polui mais
ou de quem polui menos, de status sociais, cor, raça, cultura, religião ou
gênero.
Sendo assim, quero deixar registrado que os problemas ambientais discutidos no filme, não são problemas somente do meio ambiente, mas também de cada um de nós, pois somos parte integrante deste meio. Esses problemas não foram criados por força da própria natureza, mas pelas intervenções da natureza e das atitudes humanas.
REFERÊNCIA:
REIGOTA, Marcos. O que é educação ambiental / Marcos Reigota. São Paulo: Brasiliense, 2006.
Promessa de Deus!
Há três
anos e meio, virei a página da minha vida para escrever uma nova história. E
escrevi! Por isso, é com alegria que hoje celebro a consolidação deste grande
sonho. E com o coração regozijado e agradecido que dedico esta vitória a todos
que participaram direta e indiretamente dessa conquista.
Agradeço
primeiramente a DEUS, o autor da minha vida e da minha fé! Ao meu Mestre JESUS
CRISTO, pois o Senhor “...mudou a minha história e fez o que ninguém podia
imaginar...” Ao meu amado e fiel amigo ESPÍRITO SANTO,
que mesmo na minha infidelidade permaneceu fiel a mim. Aos meus Pais e aos meus
irmãos (Marcelo, Adson, Cristina e Junior) por terem alimentado o meu sonho,
amo vocês, ESSA VITÓRIA É NOSSA! Aos
meus amigos, a minha tia Marilene e a minha madrinha Nívea por acreditarem no
meu potencial. Aos amigos da CEI/SEC, da Turma Mara, da EMAC e do MIHF. Aos
meus discipuladores Osiris e Elisângela por ser um canal de benção sobre a
minha vida e a minha família do MIS! "Mas, buscai primeiro o reino de Deus,
e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." (Mateus
6:33)
Assinar:
Postagens (Atom)































